quarta-feira, 28 de abril de 2010
Dissecado ainda vivo
Amarraram meus pés e braços em uma mesa cirúrgica, pegaram um bisturi bem amolado e começaram a me dissecar pelo meu antebraço, gritar não adiantava porque eles me amordaçaram eu me debatia tentando em vão me soltar das correias. Quando vi o bisturi se aproximando do meu braço eu arregalei os olhos e comecei a me debater mais ainda, mas as correias estavam muito apertadas, eles amarraram meus punhos, cotovelos, pés, joelhos cintura e peito. Preferiram não amarrar minha cabeça para que eu pudesse ver minha própria dissecação. Quando o bisturi encostou-se à minha pele e foi forçado para baixo e para traz, eu pude vê lo cortar minha carne ao meio, eu gritava e chorava como uma criança enquanto o sangue jorrava e sujava o jaleco branco do monstro que me dissecava. Alguém que eu preferi não olhar segurou e levantou meu pênis e o cortou vagarosamente com um segundo bisturi. Esse alguém passou a lamina do bisturi de uma vez de um lado até a metade do meu pênis e depois do outro, nesse momento ergui minha cintura e gritei mais ainda, esse local começou a expelir sangue como água em uma torneira aberta , desse momento em diante por causa da perda excessiva de sangue comecei a sentir uma fraqueza sem tamanho , só tinha forças para respirar,eu não desisti de lutar , eu simplesmente não tinha força para isso . A pessoa que cortava meu braço mudou abruptamente de idéia depois de fatiar a minha carne ao meio, ele pegou o bisturi e começou a usá-lo para abrir minha caixa torácica ao meio. Logo chegou uma outra pessoa com uma ferramenta especial para abri meu osso esterno ao meio . A pessoa que cortou meu pênis agora cortava carne que fica acima dos meu dedos e a rasgava para os lados usando seu dedos . depois disso tudo que me lembro foi da dor descomunal da serra partindo meu esterno ao meio.
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Tiago Amaral Pimenta. Tecnologia do Blogger.
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